<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Novo Cinema Português (1949-80)</title>
	<atom:link href="http://ncinport.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ncinport.wordpress.com</link>
	<description>Este pretende ser um espaço de divulgação, estudo e discussão sobre o período de renovação estética da história do cinema português entre 1949 e 1980.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 Sep 2011 09:15:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='ncinport.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Novo Cinema Português (1949-80)</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://ncinport.wordpress.com/osd.xml" title="Novo Cinema Português (1949-80)" />
	<atom:link rel='hub' href='http://ncinport.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Cinema Português no XV Encontro SOCINE, Rio de Janeiro</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/09/04/cinema-portugues-no-xv-encontro-socine-rio-de-janeiro/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/09/04/cinema-portugues-no-xv-encontro-socine-rio-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 09:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos Científicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2663</guid>
		<description><![CDATA[Cinemas em português: aproximações-relações &#8211; Sessão 1 data:21/09/2011 hora:16h00 Arte e política nos filmes A Revolução de Maio e Rojo y Negro Mauro Luiz Rovai Comédia (chanchada) à portuguesa, anos 30, 40 e 50 Afrânio Mendes Catani O CINEMA LUSO-BRASILEIRO. ELEMENTOS PARA COMPARAÇÃO Leandro José Luz Riodades de Mendonça Cinemas em português: aproximações-relações &#8211; Sessão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2663&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cinemas em português: aproximações-relações &#8211; Sessão 1<br />
data:21/09/2011<br />
hora:16h00<br />
Arte e política nos filmes A Revolução de Maio e Rojo y Negro<br />
Mauro Luiz Rovai<br />
Comédia (chanchada) à portuguesa, anos 30, 40 e 50<br />
Afrânio Mendes Catani<br />
O CINEMA LUSO-BRASILEIRO. ELEMENTOS PARA COMPARAÇÃO<br />
Leandro José Luz Riodades de Mendonça</p>
<p>Cinemas em português: aproximações-relações &#8211; Sessão 2<br />
data:22/09/2011<br />
hora:14h00<br />
Novo Cinema Português &#8211; Da Crítica à Prática Cinematográfica<br />
Paulo Jorge Granja<br />
O cinema e a Revolução dos cravos.<br />
Jorge Luiz Cruz<br />
O novo cinema português e o cinema novo brasileiro: o caso Glauber	Paulo M. F. Cunha</p>
<p>Cinemas em português: aproximações-relações &#8211; Sessão 3<br />
data:22/09/2011<br />
hora:16h00<br />
As migrações das imagens do nascimento do cinema moçambicano<br />
Lúcia Ramos Monteiro<br />
BELONGING AND DISPLACEMENT: SAÍDAS TRANSNACIONAIS E PLURILINGUÍSTICAS PARA O CINEMA LUSÓFONO<br />
Michelle Sales<br />
Indícios Alegóricos da Nação Portuguesa em &#8220;Um filme falado&#8221;<br />
Wiliam Pianco dos Santos</p>
<p>Cinemas em português: aproximações-relações &#8211; Sessão 4<br />
data:23/09/2011<br />
hora:14h00<br />
Armadilhas do desejo: Vale Abraão<br />
Aparecida de Fátima Bueno<br />
O mistério dos mistérios: da letra à tela<br />
Paulo Motta Oliveira<br />
Pão português – fermento de documentários<br />
Ana Soares</p>
<p>Toda a informação em http://socine.org.br/</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2663/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2663/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2663&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/09/04/cinema-portugues-no-xv-encontro-socine-rio-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cinemateca. GÉRARD, CINÉFILO</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-gerard-cinefilo/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-gerard-cinefilo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2658</guid>
		<description><![CDATA[Gérard Castello- Lopes (1925- 2011), figura incontornável da fotografia portuguesa, teve como actividade profissional dominante a distribuição de cinema, na Filmes Castello-Lopes, distribuidora pioneira em Portugal, fundada pelo seu pai. Não foi uma ligação exclusiva, já que ao cinema Gérard esteve ainda ligado pelas afinidades geracionais do Cinema Novo – como colaborador ou actor ocasional [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2658&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gérard Castello- Lopes (1925- 2011), figura incontornável da fotografia portuguesa, teve como actividade profissional dominante a distribuição de cinema, na Filmes Castello-Lopes, distribuidora pioneira em Portugal, fundada pelo seu pai. Não foi uma ligação exclusiva, já que ao cinema Gérard esteve ainda ligado pelas afinidades geracionais do Cinema Novo – como colaborador ou actor ocasional –, pela prática da crítica – no Tempo e o Modo – ou como um dos fundadores do Centro Português de Cinema nos anos 1960.<br />
A cinefilia era uma prática convictamente vivida. As nove sessões desta homenagem dão a ver alguns dos “filmes da vida” de Gérard Castello-Lopes, títulos por onde passou a sua experiência no cinema e o seu retrato por Fernando Lopes. No Espaço 39 Degraus, acompanhando a retrospectiva, estará patente uma exposição dedicada a Gérard Castello-Lopes.</p>
<p>A AVENTURA CALCULADA<br />
de Fernando Lopes<br />
Portugal, 1970 – 14 min<br />
GÉRARD, FOTÓGRAFO<br />
de Fernando Lopes<br />
Portugal, 1997 – 44 min<br />
Fernando Lopes filmou Gérard Castello-Lopes em 1997, compondo o seu retrato do fotógrafo, amigo e colaborador em NACIONALIDADE PORTUGUÊS (co-realizado por Lopes, Gérard e Nuno Bragança em 1972) a partir de uma longa entrevista filmada no laboratório do fotógrafo.<br />
A descoberta da fotografia, o percurso e as várias fases do trabalho fotográfico de Gérard – as fotografias dos anos 1950 e as dos anos 1980 em diante – são seguidas na primeira pessoa.<br />
As famosas fotografias das escadinhas de São Cristóvão (Lisboa, 1957) e da grande pedra que flutua no mar (Figueira do Guincho, 1988) são duas âncoras do filme. A abrir a sessão, A AVENTURA CALCULADA, curta- metragem de 1970 de Fernando Lopes resultado de uma encomenda do Laboratório nacional de Engenharia Civil. É um dos títulos típicos do “cinema industrial” ou institucional que, naqueles anos, configurou um importante terreno de experimentação formal.<br />
A locução é de Gérard Castello-Lopes.<br />
Sex. [23] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>LA RÈGLE DU JEU<br />
A Regra do Jogo<br />
de Jean Renoir<br />
com Marcel Dalio, Nora Grégor, Roland Toutain, Julien Carette, Gaston Modot, Mila Parély, Jean Renoir<br />
França, 1939 &#8211; 110 min / legendado em português<br />
Seg. [26] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>PÁSSAROS DE ASAS CORTADAS<br />
de Artur Ramos<br />
com Lúcia Amram, Paulo Renato, Ruy de Carvalho, Leónia Mendes, Hugo Casaes, Morais e Castro<br />
Portugal, 1963 &#8211; 91 min / legendado em francês<br />
Seg. [26] 22:00 | Sala Luís de Pina</p>
<p>À BOUT DE SOUFFLE<br />
O Acossado<br />
de Jean- Luc Godard<br />
com Jean Paul Belmondo, Jean Seberg, Daniel Boulanger<br />
França, 1960 &#8211; 90 min / legendado em português<br />
Ter. [27] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>BRONENOSETS POTIOMKINE<br />
O Couraçado Potemkine<br />
de Sergei M. Eisenstein<br />
com Aleksander Antonov, Grigori Alexandrov, Vladimir Barsky<br />
URSS, 1925 &#8211; 74 min / mudo, com intertítulos em russo, traduzidos em português<br />
Qua. [28] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>ROMA, CITTÀ APERTA<br />
Roma, Cidade Aberta<br />
de Roberto Rossellini<br />
com Aldo Fabrizi, Anna Magnani, Marcello Pagliero<br />
Itália, 1945 &#8211; 99 min / legendado em português<br />
Qua. [28] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>PERSONA<br />
A Máscara<br />
de Ingmar Bergman<br />
com Liv Ullmann, Bibi Andersson<br />
Suécia, 1966 &#8211; 90 min / legendado em português<br />
Qui. [29] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>THE QUIET MAN<br />
O Homem Tranquilo<br />
de John Ford<br />
com John Wayne, Maureen O’Hara, Barry Fitzgerald, Victor McLaglen, Ward Bond<br />
Estados Unidos, 1952 &#8211; 129 min / legendado electronicamente em português<br />
Sex. [30] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>CITIZEN KANE<br />
O Mundo a Seus Pés<br />
de Orson Welles<br />
com Orson Welles, Joseph Cotten, Everett Sloane, Agnes Moorehead, Dorothy Comingore, Ray Collins, Paul Stewart<br />
Estados Unidos, 1941 &#8211; 119 min / legendado electronicamente em português<br />
Sex. [30] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2658/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2658/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2658&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-gerard-cinefilo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cinemateca. Pedro Hestnes – “Faça de mim o que quiser”</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-pedro-hestnes-%e2%80%93-%e2%80%9cfaca-de-mim-o-que-quiser%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-pedro-hestnes-%e2%80%93-%e2%80%9cfaca-de-mim-o-que-quiser%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2656</guid>
		<description><![CDATA[“Faça de mim o que quiser”, era esta a primeira frase proferida por Pedro Hestnes em O SANGUE. Poucas vezes como nessa cena, no cinema português ou fora dele, um actor pareceu tão frágil e tão desprotegido e, ao mesmo tempo, no tom e no olhar com que dizia essas palavras, um tom e um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2656&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Faça de mim o que quiser”, era esta a primeira frase proferida por Pedro Hestnes em O SANGUE. Poucas vezes como nessa cena, no cinema português ou fora dele, um actor pareceu tão frágil e tão desprotegido e, ao mesmo tempo, no tom e no olhar com que dizia essas palavras, um tom e um olhar onde se misturavam o abandono e o desafio, tão vertical e tão intocável. Ao puxarmos essa frase para título do nosso Ciclo fazemo-lo porque acreditamos que, com ela, nos aproximamos do que foi a personalidade, a presença, o código de Pedro Hestnes enquanto actor de cinema. A máxima disponibilidade, a máxima resistência: o tipo de fricção capaz de gerar electricidade suficiente para, por si mesma, iluminar um ecran.<br />
E quantas vezes isso aconteceu. No cinema português dos últimos 25 anos, poucos rostos terão sido tão marcantes, e deixado um traço tão fulgurante, como o dele. Um traço que passava de filme para filme, raramente em ruptura: era como se as personagens de Pedro Hestnes não se excluíssem umas às outras, pudessem coexistir e conhecerem-se entre elas sem se expulsarem ou anularem. Se, no cinema português dos anos 80 e 90 existiu um certo “ar de família”, que se respirava por entre todas as diferenças e idiossincrasias de cineasta para cineasta, a presença de Pedro Hestnes contribuiu muito para isso. De resto, quando se observa a sua filmografia, e embora haja naturalmente excepções, percebe-se a que ponto ele foi sobretudo um actor para os “novos”, para a geração, ou para as gerações, dos “filhos do cinema novo” (à falta de melhor designação que ainda não há): de Jorge Silva Melo, João Botelho ou Margarida Gil a Pedro Costa, Manuel Mozos ou Luís Alvarães.<br />
Também por isso, seguir o percurso cinematográfico de Pedro Hestnes se parece tanto com a evocação de um momento, de uma época do cinema português, um momento e uma época que, embora muito recentes, talvez já não sejam bem aqueles em que actualmente vivemos.<br />
Contas de uma história ainda por fazer. O que a Cinemateca agora não podia deixar de fazer era evocar Pedro Hestnes, falecido em Junho passado, aos 49 anos. Ver, e dar a ver, entre filmes muito conhecidos e filmes muito desconhecidos (como os do francês FJ Ossang, por exemplo) o que o cinema quis fazer dele. Que foi tanto. E que devia ter sido ainda tanto mais.<br />
E depois disto, Pedro, faz de nós o que quiseres.</p>
<p>O SANGUE<br />
de Pedro Costa<br />
com PEDRO HESTNES, Inês de Medeiros, Nuno Ferreira, Luís Miguel Cintra, Henrique Viana<br />
Portugal, 1989 – 99 min<br />
Qui. [1] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>O AMOR DAS TRÊS ROMÃS<br />
de João César Monteiro<br />
com Margarida Gil, Joana Oliveira, Sílvia Gomes Ferreira, Pedro José Ferreira (PEDRO HESTNES)<br />
Portugal, 1978 – 25 min<br />
A CASA ESQUECIDA<br />
de Teresa Garcia<br />
com Luis Rego, PEDRO HESTNES, Gracinda Nave, Francisco Fanhais, Isabel de Castro<br />
Portugal, França, 2004 – 45 min<br />
Qui. [1] 22:00 | Sala Luís de Pina</p>
<p>AGOSTO<br />
de Jorge Silva Melo<br />
com Christian Patey, Olivier Cruveiller, Marie Carré, Manuela de Freitas, PEDRO HESTNES, Glicínia<br />
Quartin, Isabel Ruth<br />
Portugal, 1988 – 97 min<br />
Sex. [2] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>OS CORNOS DE CRONOS<br />
de José Fonseca e Costa<br />
com Carlos Vereza, Inês de Medeiros, Mário Viegas, PEDRO HESTNES<br />
Portugal, Brasil, 1990 – 107 min<br />
Seg. [5] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
Sex. [16] 22:00 | Sala Luís de Pina</p>
<p>TRÊS MENOS EU<br />
de João Canijo<br />
com Rita Blanco, Anne Gauthier, PEDRO HESTNES, Isabel de Castro, João Cabral, Manuela de<br />
Freitas, Paulo Rocha<br />
Portugal, França, 1987 – 85 min / legendado em português nos diálogos em francês<br />
Seg. [5] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>O ANJO DA GUARDA<br />
de Margarida Gil<br />
com Dalila Carmo, Natália Luísa, PEDRO HESTNES, Isabel de Castro, José Pinto<br />
Portugal, 1999 – 103 min<br />
Ter. [6] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
Seg. [19] 22:00 | Sala Luís de Pina</p>
<p>AQUI NA TERRA<br />
de João Botelho<br />
com Luís Miguel Cintra, PEDRO HESTNES, Isabel de Castro, Jessica Weiss, Rita Dias<br />
Portugal, 1993 – 115 min<br />
Ter. [6] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>PANDORA<br />
de António da Cunha Telles<br />
com Philippe Léotard, Fanny Cottençon, Inês de Medeiros, João Grosso, PEDRO HESTNES<br />
Portugal, França, 1993- 1995 – 110 min<br />
Qui. [8] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
Qua. [21] 22:00 | Sala Luís de Pina</p>
<p>TEMPOS DIFÍCEIS<br />
de João Botelho<br />
com Julia Britton, Isabel de Castro, Luís Lucas, Eunice Muñoz, PEDRO HESTNES<br />
Portugal, 1988 – 95 min<br />
Qui. [8] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>BODY RICE<br />
de Hugo Vieira da Silva<br />
com Sylta Fee Wegmann, Alice Dwyer, Julika Jenkins, André Hennicke, PEDRO HESTNES<br />
Portugal, 2006 – 118 min<br />
Sex. [9] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
Ter. [27] 19:30 | Sala Luís de Pina</p>
<p>VIDA VIRTUAL<br />
de José Meireles<br />
com Maia Ornelas, Inês Simões, PEDRO HESTNES, José Meireles<br />
Portugal, 2008 &#8211; 12 min<br />
ALÉM DO CORPO<br />
de José Meireles<br />
com Inês Simões, Sandra Pereira, PEDRO HESTNES, Ricardo Fernandes, Maia Ornelas, José Meireles<br />
Portugal, 2008 &#8211; 12 min<br />
DESVIO<br />
de Claúdia Tomaz<br />
com PEDRO HESTNES, Susana Nascimento<br />
Portugal, 1998 &#8211; 50 min<br />
Seg. [12] 19:30 | Sala Luís de Pina</p>
<p>UM PASSO OUTRO PASSO E DEPOIS…<br />
de Manuel Mozos<br />
com Henrique Canto e Castro, PEDRO HESTNES, Sandra Garcia, Sandra Faleiro<br />
Portugal, 1990 – 58 min<br />
MALVADEZ<br />
de Luís Alvarães<br />
com PEDRO HESTNES, Sónia Guimarães, Vitor Norte, Miguel Guilherme, Maria Amélia Mata, Isabel Ruth<br />
Portugal, 1990 – 55 min<br />
Seg. [12] 22:00 | Sala Luís de Pina<br />
Seg. [26] 19:30 | Sala Luís de Pina</p>
<p>CASA DE LAVA<br />
de Pedro Costa<br />
com Inês de Medeiros, Isaach de Bankolé, Edith Scob, PEDRO HESTNES<br />
Ter. [13] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>LE TRÉSOR DES ÎLES CHIENNES<br />
de F. J. Ossang<br />
com Stéphane Ferrara, Serge Avédikian, Diogo Dória, José Wallenstein, PEDRO HESTNES<br />
França, Portugal, 1990 – 112 min / legendado electronicamente em português<br />
Qua. [14] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>LOBOS<br />
de José Nascimento<br />
com Nuno Melo, Catarina Wallenstein, PEDRO HESTNES, Francisco Nascimento, Vítor Norte<br />
Portugal, 2007 – 102 min<br />
Qui. [15] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
Qui. [29] 19:30 | Sala Luís de Pina</p>
<p>TRÊS PALMEIRAS<br />
de João Botelho<br />
com Teresa Roby, PEDRO HESTNES, Alexandra Lencastre, Diogo Infante<br />
Portugal, 1994 – 67 min<br />
Ter. [20] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>DOCTEUR CHANCE<br />
de F. J. Ossang<br />
com PEDRO HESTNES, Marisa Paredes, Stéphane Ferrara<br />
França, 1998 – 100 min / legendado em português<br />
Qua. [21] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>XAVIER<br />
de Manuel Mozos<br />
com PEDRO HESTNES, Isabel Ruth, Cristina Carvalhal, Isabel de Castro<br />
Portugal, 1992- 2003 – 100 min<br />
Qui. [22] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>CAPITÃES DE ABRIL<br />
de Maria de Medeiros<br />
com Stefano Accorsi, Joaquim de Almeida, Luís Miguel Cintra, Maria de Medeiros, PEDRO HESTNES<br />
Portugal, França, Espanha, Itália, 2000 – 124 min<br />
Sex. [23] 19:00 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>COMBAT D’AMOUR EN SONGE<br />
Combate de Amor em Sonho<br />
de Raoul Ruiz<br />
com Melvil Poupaud, Elsa Zylberstein, Lambert Wilson, Christian Vadim, Marie- France Pisier,<br />
PEDRO HESTNES<br />
França, Portugal, 2000 – 120 min / legendado em português<br />
Seg. [26] 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro</p>
<p>BAZAR<br />
de Patricia Plattner<br />
com Vimala Pons, David Gobet, Nathalie Pfeiffer, Jean- Pierre Gos, Hectir Perez- Brito, PEDRO<br />
HESTNES<br />
França, Portugal, 2009 – 108 min / legendado em português<br />
Ter. [27] 22:00 | Sala Luís de Pina<br />
Sex. [30] 19:30 | Sala Luís de Pina</p>
<p>O POMAR<br />
de Luís Fonseca<br />
com António Fonseca, Mónica Calle, PEDRO HESTNES<br />
Portugal, 1990 – 7 min<br />
UMA CERVEJA NO INVERNO<br />
de Catarina Ruivo<br />
com PEDRO HESTNES, Milú Sequeira, Tiago Pereira, João Dias, Adriana Castro<br />
Portugal, 1998 – 29 min<br />
A CURA<br />
de José Barahona<br />
com PEDRO HESTNES, Ana Ribeiro, Filipe Cochofel, Augusto Portela, João Cabral<br />
Portugal, 2007 – 29 min<br />
Qua. [28] 22:00 | Sala Luís de Pina</p>
<p>Mais info em http://www.cinemateca.pt/getattachment/b9bfaa59-ca8e-4782-a87a-335682bf8697/desdset2011.aspx</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2656/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2656/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2656&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-pedro-hestnes-%e2%80%93-%e2%80%9cfaca-de-mim-o-que-quiser%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cinemateca. ABRIR OS COFRES: CINEMA INDUSTRIAL 2-28 de Setembro de 2011</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-abrir-os-cofres-cinema-industrial-2-28-de-setembro-de-2011/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-abrir-os-cofres-cinema-industrial-2-28-de-setembro-de-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 11:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2654</guid>
		<description><![CDATA[ABRIR OS COFRES: CINEMA INDUSTRIAL 2-28 de Setembro de 2011 Em 1985, Luís de Pina, director da Cinemateca entre 1982 e 1991, programou uma “sessão de cinema industrial” no âmbito do I Encontro Nacional Sobre o Património Industrial. Este Encontro afirmou a importância do estudo e salvaguarda do património e da arqueologia industrial em Portugal. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2654&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ABRIR OS COFRES: CINEMA INDUSTRIAL 2-28 de Setembro de 2011</p>
<p>Em 1985, Luís de Pina, director da Cinemateca entre 1982 e 1991, programou uma “sessão de cinema industrial” no âmbito do I Encontro Nacional Sobre o Património Industrial. Este Encontro afirmou a importância do estudo e salvaguarda do património e da arqueologia industrial em Portugal. Mas os filmes então apresentados também mostraram como este género foi um arrojado terreno de experimentação formal de realizadores mais conhecidos pelos seus trabalhos na área do cinema de ficção. Este mês alargamos a programação original de Luís de Pina a quatro sessões de documentários sobre o mundo da indústria. Algumas sessões serão apresentadas por especialistas e contarão com a presença dos realizadores.</p>
<p>LANÇAMENTO DO CONTRA-TORPEDEIRO “DOURO”<br />
de Aquilino Mendes, J. Nunes das Neves, Manuel Luís Vieira<br />
Portugal, 1933 – 7 min</p>
<p>A OBRA DA JUNTA AUTÓNOMA DAS ESTRADAS<br />
de Jorge Brum do Canto<br />
Portugal, 1934 – 37 min</p>
<p>PORTUGAL JÁ FAZ AUTOMÓVEIS<br />
de Manoel de Oliveira<br />
Portugal, 1938 – 9 min</p>
<p>GENTE DA VIA<br />
de Cottinelli Telmo<br />
Portugal, 1938 – 7 min</p>
<p>CONSTRUÇÕES NAVAIS<br />
Portugal, 1945 – 4 min<br />
duração total da sessão: 64 minutos</p>
<p>sessão apresentada pelo professor Paulo Oliveira Ramos<br />
O primeiro filme da sessão abriu uma programação pioneira de Luís de Pina sobre cinema industrial em 1985, ponto de partida do programa Abrir os Cofres de Setembro. Para além da construção naval, esta sessão mostrará filmes sobre a construção de estradas, de automóveis e sobre a montagem de vias férreas. Estes documentários dos anos trinta e quarenta foram filmados por alguns dos mais importantes realizadores portugueses daquele período.<br />
Sala Luís de Pina<br />
Sex. [2] 19:30</p>
<p>AS RODAS DE LISBOA<br />
de António Lopes Ribeiro, Francisco Ribeiro<br />
Portugal, 1951 – 27 min</p>
<p>UNIÃO ELÉCTRICA PORTUGUESA: UMA INDÚSTRIA AO SERVIÇO DA NAÇÃO<br />
de Ricardo Malheiro<br />
Portugal, 1954 – 8 min</p>
<p>EFA-ACEC : UMA REALIZAÇÃO DE VANGUARDA NA INDÚSTRIA NACIONAL DE MÁQUINAS ELÉCTRICAS<br />
de Fernando Garcia<br />
Portugal, 1955 – 13 min</p>
<p>FABRICAÇÃO DE CARRUAGENS<br />
de João Mendes<br />
Portugal, 1956 – 15 min</p>
<p>duração total da sessão: 63’<br />
Durante os anos cinquenta, o país viveu um importante surto industrial. Várias empresas patrocinaram então documentários sobre a sua actividade, o que permitiu a muitos técnicos, realizadores e produtores especializarem-se neste tipo de filmes. Esta sessão inclui filmes de João Mendes e Fernando Garcia, dois dos mais prolíferos e mais representativos autores de documentários deste período. Inclui um documentário dos irmãos Francisco e António Lopes Ribeiro sobre os eléctricos e os autocarros da CARRIS.<br />
Sala Luís de Pina<br />
Qua. [7] 19:30</p>
<p>O PÃO<br />
de Manoel de Oliveira<br />
Portugal, 1964 – 24 min</p>
<p>AS PALAVRAS E OS FIOS<br />
de Fernando Lopes<br />
Portugal, 1962 – 11 min</p>
<p>NOCTURNO<br />
de Jacinto Ramos<br />
Portugal, 1962 – 12 min</p>
<p>O FOGO E O AÇO<br />
de António Ruano<br />
Portugal, 1966 – 13 min</p>
<p>duração total da sessão: 60’<br />
sessão apresentada pelo professor Paulo Miguel Martins<br />
Influenciado pelo cinema moderno europeu, o documentário industrial transformou-se no início dos anos sessenta. A reconstituição pedagógica de um processo de fabrico já não era o objectivo destes filmes, mas apenas o pretexto para a exploração puramente plástica das cores e formas encontradas no espaço da fábrica. É o caso do filme de Fernando Lopes sobre uma fábrica de cabos, mostrada ao som da música jazz de Manuel Jorge Veloso, ou dos filmes de Jacinto Ramos e António Ruano sobre a Siderurgia Nacional. A sessão inclui ainda a segunda versão do documentário que Manoel de Oliveira realizou para a Federação Nacional dos Industriais de Moagem, um filme decisivo para a renovação do documentário em Portugal.<br />
Sala Luís de Pina<br />
Qua. [14] 19:30</p>
<p>A METAFÍSICA DOS CHOCOLATES<br />
de José Fonseca e Costa<br />
Portugal, 1967 – 18 min</p>
<p>A INDÚSTRIA CERVEJEIRA EM PORTUGAL<br />
de António-Pedro Vasconcelos<br />
Portugal, 1968 – 11 min</p>
<p>ESTAÇÃO DE SERVIÇO<br />
de J. N. Pascal-Anglot<br />
Portugal, 1968 – 17 min</p>
<p>ARTE E OFÍCIO DE OURIVES<br />
de Alberto Seixas Santos<br />
Portugal, 1968 – 10 min</p>
<p>duração total da sessão: 56’<br />
com a presença dos realizadores, a confirmar</p>
<p>Os documentários dos anos sessenta formam um dos capítulos menos recordados da história do cinema moderno em Portugal. O filme de Fonseca e Costa combina os chocolates da fábrica Regina com a poesia de Fernando Pessoa, António-Pedro Vasconcelos filma a poesia das linhas de montagem da Sociedade Central de Cerveja, e Seixas Santos toma a ourivesaria como pretexto para um belíssimo ensaio visual. Documentarista francês radicado em Portugal, Pascal-Anglot foi o autor de vários filmes patrocinados pelo Fundo do Fomento de Exportação, como este dedicado aos recém inaugurados estaleiros da Lisnave, “estação de serviço” de super-petroleiros.<br />
Sala Luís de Pina<br />
Qua. [28] 19:30</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2654/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2654/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2654&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/24/cinemateca-abrir-os-cofres-cinema-industrial-2-28-de-setembro-de-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Leituras: Lindsay Anderson: Britishness and National Cinemas</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/09/leituras-lindsay-anderson-britishness-and-national-cinemas/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/09/leituras-lindsay-anderson-britishness-and-national-cinemas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 15:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2643</guid>
		<description><![CDATA[Lindsay Anderson: Britishness and National Cinemas Isabelle Gourdin-Sangouard, University of Stirling in Alphaville, Journal of Film and Screen Media, Issue 1 Texto na integra em http://www.alphavillejournal.com/Issue%201/ArticleGourdin-Sangouard.html# Throughout his career, Lindsay Anderson maintained a highly adversarial relationship with the British film industry. First as a film critic and subsequently as a film director, he deemed the [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2643&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lindsay Anderson: Britishness and National Cinemas</p>
<p>Isabelle Gourdin-Sangouard, University of Stirling</p>
<p>in Alphaville, Journal of Film and Screen Media, Issue 1</p>
<p>Texto na integra em http://www.alphavillejournal.com/Issue%201/ArticleGourdin-Sangouard.html#</p>
<p>Throughout his career, Lindsay Anderson maintained a highly adversarial relationship with the British film industry. First as a film critic and subsequently as a film director, he deemed the environment in which films were produced and received in Britain to be hostile to a viable industry both in artistic and economic terms. Conversely, the issue of Britishness became an asset for Anderson when his films reached the international scene: as early as 1954, he received an Oscar with Guy Brenton, a fellow Oxford graduate, for Thursday’s Children (1953), a documentary short. Similarly, in 1969, If…. (1968) was awarded the Palme D’Or at the Cannes International Film Festival.</p>
<p>This article will explore three key stages in Anderson’s career that illustrate the complex relationship between the director’s negotiation of his own national background and the imposition of a national identity in the critical reception of his work. First, I will look briefly at Anderson’s early directorial career as a documentary filmmaker: by using references to the Free Cinema movement and Thursday’s Children, I will show that, in both instances, the question of artistic impact and critical reception took on a transnational dimension. I will then discuss the production of a documentary short in Poland, which Anderson filmed at the request of the Documentary Studio in Warsaw in 1967, and which constitutes the director’s first experience of working in a foreign film industry. Finally, I will discuss Britannia Hospital (1982), the last feature film that Anderson made in Britain. Throughout the paper, I will also use material from the Lindsay Anderson Archive held at Stirling University.</p>
<p>The Artist and the Nation </p>
<p>Free Cinema and Transnationalism</p>
<p>A Transnational Experience: Miroslav Ondříček and The White Bus</p>
<p>A British Director in Poland</p>
<p>National Cinema and the Transnational Artist</p>
<p>Britannia Hospital and the National Identity of Anderson’s Cinema</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2643/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2643/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2643&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/09/leituras-lindsay-anderson-britishness-and-national-cinemas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Jornadas do Novo Cinema Português, 1974</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/08/jornadas-do-novo-cinema-portugues-1974/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/08/jornadas-do-novo-cinema-portugues-1974/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 16:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2648</guid>
		<description><![CDATA[Filmes exibidos: - O Cerco - Quem espera por sapatos de defunto morre descalço - O Recado - Pedro Só - As pedras e o tempo - O Pintor e a Cidade - Pão - Almada Negreiros, vivo hoje - Verão Coincidente - Uma abelha na chuva - Caçada do Malhadeiro Boletim do IPC, 24-IX-1974.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2648&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes exibidos:<br />
- O Cerco<br />
- Quem espera por sapatos de defunto morre descalço<br />
- O Recado<br />
- Pedro Só<br />
- As pedras e o tempo<br />
- O Pintor e a Cidade<br />
- Pão<br />
- Almada Negreiros, vivo hoje<br />
- Verão Coincidente<br />
- Uma abelha na chuva<br />
- Caçada do Malhadeiro</p>
<p>Boletim do IPC, 24-IX-1974.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2648/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2648/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2648&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/08/jornadas-do-novo-cinema-portugues-1974/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>El trasfondo histórico del cine portugués, por Francisco Valente</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/05/el-trasfondo-historico-del-cine-portugues-por-francisco-valente/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/05/el-trasfondo-historico-del-cine-portugues-por-francisco-valente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 13:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2641</guid>
		<description><![CDATA[2. El trasfondo histórico del cine portugués Publicado el 17 julio, 2011 por Francisco Valente Un cine moralista para un Estado autoritario En el contexto político europeo de los años 1920 y 30, Portugal sufre una evolución del régimen marcada por el fracaso de su sistema político parlamentario y electoral (la Primera República). En 1926, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2641&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2. El trasfondo histórico del cine portugués<br />
Publicado el 17 julio, 2011 por Francisco Valente</p>
<p>Un cine moralista para un Estado autoritario</p>
<p>En el contexto político europeo de los años 1920 y 30, Portugal sufre una evolución del régimen marcada por el fracaso de su sistema político parlamentario y electoral (la Primera República). En 1926, un golpe militar derroca la primera tentativa de democracia republicana portuguesa e introduce António de Oliveira Salazar como ministro de finanzas. En 1933, su éxito en un país sumergido en el caos lo hará Presidente del Consejo de Ministros del “Estado Novo”, régimen político creado según su idea de un Portugal conservador, autoritario, católico y colonialista. Salazar se quedará en el poder hasta 1968, dos años antes de su muerte. En su vida política, Francisco Franco fue su mejor aliado: dos regímenes fascistas vecinos y cerrados en sí mismos, desde la neutralidad en la Segunda Guerra Mundial (acordada entre Salazar y Franco) a la represión de las libertades políticas y civiles.</p>
<p>Como en todos los sistemas políticos represivos, el Estado Novo portugués tendrá su Secretariado de Propaganda Nacional (SPN), un servicio de control sobre las imágenes producidas en el país y de censura sobre películas o mensajes contrarios a su idea de construcción autoritaria de Portugal. Hasta los años 50, la dictadura de Salazar tendrá una fuerte política de promoción de un país imperialista en sus fronteras y su tradición, insistiendo en la historia de los descubrimientos marítimos y la educación de otros pueblos (con su exposición del “Mundo Portugués”, en Lisboa, en 1940), así como de su espirito de neutralidad y aislamiento en una Europa entregada a un caos político durante la Segunda Guerra Mundial (periodo documentado en Fantasia Lusitana de João Canijo, documental de 2010).<br />
Pero a parte de algunas películas que hacen el elogio directo de su sistema político —como A Revolução de Maio (1937) de António Lopes Ribeiro, el cineasta más asociado al régimen— la presencia del salazarismo en el cine portugués se notará de forma más sutil. Así, no veremos elogios directos al fascismo o escenarios de películas históricas sobre un pasado glorioso, pero sí un retrato de un pueblo tradicional, satisfecho en su conservadurismo y pequeño en sus ambiciones intelectuales. Durante el auge de la implantación del Estado Novo en Portugal (entre sus inicios en 1933 y 1950), la “comedia portuguesa” será la máquina oficial de entretenimiento del régimen, su contacto privilegiado con una clase mercantil y popular retratada en todas sus películas por pequeños dilemas sentimentales, donde la censura aprobará un sentimiento de distracción e irrealismo sobre la verdadera realidad social portuguesa. Todas sus películas más conocidas —A Canção de Lisboa (1933) de Cottinelli Telmo; O Pai Tirano (1941) de António Lopes Ribeiro; O Pátio das Cantigas (1942) de Francisco Ribeiro; O Costa do Castelo (1943), A Menina da Rádio (1944) o O Leão da Estrela (1947) de Arthur Duarte— son reproducciones del popular “teatro de revista” (con sus actores cómicos, como Vasco Santana, António Silva o Ribeirinho), un género de teatro popular y anecdótico sobre la vida diaria portuguesa. Sus narrativas, centradas en un universo urbano donde todo el mundo se conoce, nos muestran personajes que condenan una normal ascensión social y sus ambiciones hacia un mundo exterior (cuyas referencias no existen), encerrándolas en una “casa portuguesa”, modesta y tradicional (a imagen del lema salazarista de “Dios, Patria y Familia”), respetando el orden moral establecido del jefe de familia y las tradiciones más puritanas en las relaciones personales y sexuales. Así, la presencia del Estado Novo en el cine portugués se notará, más que por su represión política, por su fuerte represión moral de las costumbres.<br />
Pero hay un caso especial que hará su primera aparición en el cine portugués como actor, en la comedia A Canção de Lisboa (1933): Manoel de Oliveira, que ya había hecho el documental Douro, Faina Fluvial (1931), encantador retrato de Porto, su ciudad natal, y que haría, en 1942, Aniki Bóbó, su primer largometraje y objeto totalmente distinto de la mayoría de producciones del paisaje cinematográfico portugués, con raíces en Cero en conducta (Zéro de conduite, 1933) de Jean Vigo —una obra de trazos realistas pero apologista del mundo encantado de la infancia, donde se juegan, con la misma gravedad que en los adultos, las tensiones y encantos de las relaciones de pasión y amistad entre niños (y con mucha más profundidad que en las ilusorias comedias tradicionales portuguesas). Oliveira tendría que esperar más de veinte años (hasta 1956) para hacer una nueva película (O Pintor e a Cidade, un documental con el artista António Cruz) y siete años más para su segundo largo de ficción (Acto de Primavera), película de base también realista sobre la pasión de Cristo en Curalha, pueblo de Trás-os-Montes, la región más remota de Portugal.</p>
<p>La nueva generación del “Novo Cinema”</p>
<p>Con la entrada en los años 50 y el crecimiento de una nueva generación, el cineclubismo portugués será el principal vehículo de conocimiento de la historia del cine (autorizada en Portugal) para jóvenes ajenos a los temas de la “comedia portuguesa”. Con su industria en clara decadencia, el Estado autoriza la creación de cursos de cine, sobre todo el primer curso de Cine Experimental en la Mocedad Portuguesa, los grupos jóvenes del régimen. La Fundación Gulbenkian, institución privada y símbolo de libertad en un Portugal atrasado, crea en 1960 becas para el estudio de cine en el extranjero democrático. La nueva generación se alimentará de estas varias fuentes de conocimiento para revolucionar la estética cinematográfica portuguesa, con cuestiones verdaderas sobre la realidad social del país (bajo una aura de teatralización, escapando, cuando era posible, de los ojos de la censura) y propuestas estéticas radicales.</p>
<p>El “Novo Cinema” de Portugal llega en dos fases. Primero, con António da Cunha Telles, profesor en el curso de cine de la Mocedad, que invierte su fortuna personal en estudiantes y conocidos como productor de sus películas. Paulo Rocha, de vuelta de Paris (donde fue asistente de Jean Renoir), realiza con su producción el largometraje que define la generación: Os Verdes Anos (1963), filmado en las calles de una Lisboa dividida entre los privilegios de una clase conservadora y burguesa y otra analfabeta, acosada por las limitaciones de la vida y su incapacidad de afirmar sus sentimientos en una sociedad sin espacios. La inolvidable música de Carlos Paredes acentuaría el sentimiento grave de clausura y desespero de una nueva generación en Portugal que no se reconocía en la vieja moral. Os Verdes Anos reúne todos los esfuerzos del nuevo cine portugués, ofreciendo, en su estética inmediata y realista, una mirada sincera y verdadera sobre las contradicciones reales de la sociedad portuguesa, con un resultado que no esconde una crítica implícita al estilo de vida portugués.<br />
De Londres, Fernando Lopes volverá para realizar Belarmino (1964), también producido por Cunha Telles, un documental sobre la vida de un boxeador portugués al final de su carrera. El cuerpo y rostro transfigurados de Belarmino son filmados en una Lisboa nocturna y sucia, espacio de vida y libertad de los jóvenes cineastas portugueses lejos de la moral y la claustrofobia diurnas. Su deseo de éxito imposible se traduce en un discurso directo del boxeador a la cámara de Lopes, que lo entrevista, frases hechas de semi-verdades o mentiras sobre sus conquistas y su futuro glorioso. Es su deseo de supervivencia en un mundo manchado de contradicciones, filmado directamente por Lopes, sin ficción, que hace de Belarmino, con sus radicales opciones de montaje, fotografía y luz (influenciadas por la Nouvelle Vague francesa), uno de los objetos más singulares del cine portugués. Lopes haría más tarde, en 1971, Uma Abelha na Chuva, película, al contrario de Belarmino, más próxima a Resnais que a los inicios de Godard, un retrato de ficción muy incisivo de la aristocracia portuguesa y su pobreza de espíritu, presa en un modo de vida ya sin tiempo ni lugar, en un paisaje rural pobre y víctima de la cultura de aislamiento promovida por el Estado Novo.<br />
Pero el público no acompaña en masa las nuevas películas portuguesas, a pesar del reconocimiento en el extranjero. António da Cunha Telles abandonará la nueva generación para llevar a cabo algunos proyectos más comerciales, sin éxito. Su cambio de política de producción provocará la ira de varios nuevos directores que buscan apoyo para sus películas, como João César Monteiro. Cunha Telles se afirmará como distribuidor de películas extranjeras de autor en Portugal (trayendo obras de Bertolucci o Eisenstein, directores anteriormente censurados por el régimen pero ya presentes en las salas portuguesas en sus últimos años) y como director ocasional, sobre todo de O Cerco (1970), fenómeno de popularidad inusual entre el público portugués, un retrato centrado en la vida sin compromisos de una mujer en Lisboa que abandona a su marido, indiferente a los afectos e indecisa en el camino de su vida.</p>
<p>Con la industria de cine portuguesa debilitada y sin sistemas de distribución, los jóvenes cineastas se unen y crean, en 1969, una cooperativa de producción en estrecha colaboración con la Fundación Gulbenkian: el Centro Portugués de Cine (CPC). Se inauguran los “años Gulbenkian”, de donde saldrán, con su apoyo financiero, las primeras obras de los directores históricos (y que siguen trabajando hoy). La primera película producida por el CPC y Gulbenkian será el regreso de Manoel de Oliveira: O Passado e o Presente (1972) es el primero tomo del “joven anciano”, que seguirá un trabajo único y contrario al espíritu estético influenciado por las nuevas olas, haciendo su propia revolución con una “mise-en-scène” única, controlada en su forma pero despojada en su sentimiento. Por otro lado, Perdido por Cem (1972), el primer largometraje de ficción de António-Pedro Vasconcelos, es una película nocturna y casi improvisada con actores jóvenes y no profesionales, con la presencia de la guerra colonial en sus vidas. Fragmentos de um Filme Esmola (1972) de João César Monteiro, irreverente, experimental, poético y genial cineasta, introduce un alter-ego constructor de historias fantásticas en un cotidiano biográfico. Brandos Costumes (1974) de Alberto Seixas Santos llega como película de libertad formal y crítica de las costumbres salazaristas enraizadas en el modo de vida portugués. Por fin, Trás-os-Montes (1976) es el resultado del estudio antropológico y etnográfico de António Reis e Margarida Cordeiro, un retrato documental de la región portuguesa aliado a narrativas ficcionales y a una maravillosa mirada poética, una extraordinaria película que busca la verdad y los modos de vida de una tierra como ninguna otra obra de arte o régimen político lo había hecho en Portugal (y que mucho terreno dará, años más tarde, a cineastas como Pedro Costa para hacer algo similar en su trilogía en el barrio de Fontainhas).<br />
El 25 de abril de 1974, Portugal hace su revolución y termina con el “Estado Novo”. Sus cineastas, ya iniciados y divididos entre corrientes estéticas, políticas y narrativas, buscan caminos individuales de expresión en un nuevo terreno de libertad, a pesar de las dificultades financieras. La Fundación Gulbenkian termina su periodo de apoyo al cine portugués en 1976. Este encontrará un nuevo auge con la llegada de Paulo Branco, que empezará produciendo con António Pedro-Vasconcelos. Pero Branco rápidamente optará por su propio camino y se implementará como el principal productor de autores como Manoel de Oliveira, Fernando Lopes, João César Monteiro y otros.</p>
<p>in http://contrapicado.net/article/2-el-trasfondo-historico-del-cine-portugues/</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2641/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2641&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/08/05/el-trasfondo-historico-del-cine-portugues-por-francisco-valente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A emissão de cinema português na televisão pública (1957-1974), por Paulo Cunha</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/25/a-emissao-de-cinema-portugues-na-televisao-publica-1957-1974-por-paulo-cunha/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/25/a-emissao-de-cinema-portugues-na-televisao-publica-1957-1974-por-paulo-cunha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 22:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensaio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2639</guid>
		<description><![CDATA[A emissão de cinema português na televisão pública (1957-1974)** Este artigo analisa a emissão de cinema português na televisão pública portuguesa desde o início das suas emissões regulares em 1957 até à Revolução de 1974. Se, como defendo, a televisão foi progressivamente ocupando o lugar do cinema na estratégia de propaganda ideológica do regime, interessa-me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2639&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A emissão de cinema português na televisão pública (1957-1974)**<br />
Este artigo analisa a emissão de cinema português na televisão pública portuguesa desde o início das suas emissões regulares em 1957 até à Revolução de 1974. Se, como defendo, a televisão foi progressivamente ocupando o lugar do cinema na estratégia de propaganda ideológica do regime, interessa-me apurar quais foram os filmes portugueses emitidos pela televisão pública durante esse período e quais terão sido as razões dessa selecção.<br />
Palavras-chave: Estado Novo; Portugal; cinema; televisão pública portuguesa; crítica; estatística.</p>
<p>The broadcast of Portuguese films on public television (1957-1974)<br />
In this paper I analyze the broadcasting of Portuguese cinema on Portuguese public television from the beginning of regular broadcasting in 1957 to the Revolution of 1974. If, as I believe, television was gradually taking the place of cinema in the regime’s strategy of ideological propaganda, it would be interesting to determine which movies were broadcast by the Portuguese public television during that period and what the reasons were for their selection.<br />
Keywords: Estado Novo; Portugal; cinema; Portuguese public TV; criticism; statistics.</p>
<p>In Análise Social, vol. XLVI (198), 2011, 139-156.<br />
Artigo completo em <a href="http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1309942804N5wHF5fq0Xi79TL2.pdf" target="_blank">http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1309942804N5wHF5fq0Xi79TL2.pdf</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2639/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2639/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2639&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/25/a-emissao-de-cinema-portugues-na-televisao-publica-1957-1974-por-paulo-cunha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Abrir os Cofres, na Cinemateca</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/20/abrir-os-cofres-na-cinemateca/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/20/abrir-os-cofres-na-cinemateca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 20:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2629</guid>
		<description><![CDATA[22,25 e 27 de Julho Prosseguindo o projecto de olhar a dimensão menos vista da colecção partindo dela para propostas de reflexão em torno da História do século XX português, o programa de Julho experimenta uma variação, um tema – o jornalismo – para três sessões: duas sessões de curtas-metragens documentais e uma terceira para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2629&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>22,25 e 27 de Julho</p>
<p>Prosseguindo o projecto de olhar a dimensão menos vista da colecção partindo dela para propostas de reflexão em torno da História do século XX português, o programa de Julho experimenta uma variação, um tema – o jornalismo – para três sessões: duas sessões de curtas-metragens documentais e uma terceira para dar a (re)ver uma longa-metragem da ficção portuguesa muda da mesma inspiração.</p>
<p>O historiador Luís Trindade virá apresentar o programa na sessão de dia 25.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2629/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2629&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/20/abrir-os-cofres-na-cinemateca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A maldição das &#8220;Ilhas Encantadas&#8221;, por Jorge Mourinha</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/12/a-maldicao-das-ilhas-encantadas-por-jorge-mourinha/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/12/a-maldicao-das-ilhas-encantadas-por-jorge-mourinha/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 21:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2634</guid>
		<description><![CDATA[A maldição das &#8220;Ilhas Encantadas&#8221; 12.07.2011 &#8211; Jorge Mourinha Homenageando Pierre Clémenti, o Curtas mostrou em cópia esplendorosa um dos filmes malditos do cinema português Portugal não é exactamente parco em filmes malditos, que ficaram de algum modo por estrear, por ver, por recordar. E há uma aura de filme maldito à volta das &#8220;Ilhas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2634&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maldição das &#8220;Ilhas Encantadas&#8221;<br />
12.07.2011 &#8211; Jorge Mourinha</p>
<p>Homenageando Pierre Clémenti, o Curtas mostrou em cópia esplendorosa um dos filmes malditos do cinema português</p>
<p>Portugal não é exactamente parco em filmes malditos, que ficaram de algum modo por estrear, por ver, por recordar. E há uma aura de filme maldito à volta das &#8220;Ilhas Encantadas&#8221; de Carlos Vilardebó, que o Curtas mostrou na noite de segunda-feira no âmbito da retrospectiva dedicada ao actor francês Pierre Clémenti, numa esplendorosa cópia cedida pela Cinemateca Portuguesa.</p>
<p>A aura maldita de &#8220;As Ilhas Encantadas&#8221;, estreado em 1965, transcende o cinema e deriva de este ter sido o único papel de Amália Rodrigues onde lhe foi pedido que fosse actriz e não cantora.</p>
<p>No papel de uma mulher abandonada numa ilha inóspita, a fadista não canta e mal fala, numa personagem que apenas surge já o filme leva uma boa meia hora de duração.</p>
<p>Introduzido brevemente pelo seu produtor, António da Cunha Telles &#8211; que evocou o desastre comercial da estreia, devido em grande parte à incapacidade do público aceitar Amália num papel tão diferente da sua imagem pública -, o único filme de fundo do luso-francês Carlos Vilardebó é um objecto ferozmente &#8220;não-convencional&#8221;, como aliás convém a uma adaptação de um escritor tão resistente à narrativa tradicional como Herman Melville. A novela que lhe está na base é uma colecção de &#8220;esboços&#8221; inspirados pelas ilhas Galápagos, que Vilardebó adaptou a um arquipélago nomeado apenas como &#8220;as Encantadas&#8221;, com vista a construir uma atmosfera, mais do que uma história.</p>
<p>Esse sensorialismo é visível na deslumbrante fotografia de Jean Rabier, no evidente cuidado posto nos enquadramentos e nas próprias movimentações, altamente estilizadas, dos actores. E é destruído por uma montagem que tenta forçar esse sensorialismo a caber numa estrutura narrativa, sugerindo uma tentativa de &#8220;salvamento&#8221; do filme durante a pós-produção. A alternativa seria achar que o filme foi literalmente &#8220;montado com os pés&#8221;, o que implicaria negar a claríssima aposta estética de Vilardebó, curiosamente um homem que fez toda a sua carreira de cineasta no formato curto e que não voltou a dirigir uma longa depois do fracasso desta produção luso-francesa.</p>
<p>Em qualquer caso, &#8220;As Ilhas Encantadas&#8221; é uma fascinante cápsula do tempo que contém em si o embrião de um grande filme romântico, na relação peculiar construída entre os dois &#8220;náufragos&#8221; das Encantadas. De um lado, Amália como figura trágica, hierática, de heroína grega como a viúva que o destino abandonou à solidão, sugerindo um talento dramático que o cinema nunca soube explorar. Do outro, Pierre Clémenti como o andrógino marinheiro francês que deserta para lhe fazer companhia, com sugestões de amor e incesto que o filme aflora visual mais do que narrativamente, inscrevendo-se no percurso que o actor &#8211; falecido em 1999, aos 57 anos de idade &#8211;  fez no cinema de autor europeu de Bertolucci ou Buñuel. </p>
<p>O valor das &#8220;Ilhas Encantadas&#8221; é essencialmente histórico, mas a aura de filme maldito já ninguém lha tira.</p>
<p>in http://ipsilon.publico.pt/Cinema/texto.aspx?id=289439</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2634/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2634/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2634&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/12/a-maldicao-das-ilhas-encantadas-por-jorge-mourinha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Curso de Verão &#8220;REVOLUÇÕES. ARQUITECTURA E CINEMA NOS ANOS 60&#8243;</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/10/curso-de-verao-revolucoes-arquitectura-e-cinema-nos-anos-60/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/10/curso-de-verao-revolucoes-arquitectura-e-cinema-nos-anos-60/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 12:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos Científicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2632</guid>
		<description><![CDATA[*11 a 22 de Julho 2011 &#124; 14h30 &#8211; 19h30 &#124; FAUP A década de 60 do séc. XX, para além de marcantes convulsões sociais e políticas, assistiu a importantes reconfigurações no campo da arte. O Curso de Verão REVOLUÇÕES. ARQUITECTURA E CINEMA NOS ANOS 60 procurará debater de que forma a arquitectura e o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2632&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>*11 a 22 de Julho 2011 | 14h30 &#8211; 19h30 | FAUP<br />
A década de 60 do séc. XX, para além de marcantes convulsões sociais e políticas, assistiu a importantes reconfigurações no campo da arte. O Curso de Verão REVOLUÇÕES. ARQUITECTURA E CINEMA NOS ANOS 60 procurará debater de que forma a arquitectura e o cinema partilharam ideais, contextos, pressupostos, temas ou modos de produção. Contará com o contributo de académicos, especialistas na abordagem das intersecções entre arquitectura e cinema, que analisarão o contexto internacional mas também as especificidades do panorama nacional. Alguns dos temas a abordar serão o Cruzamento entre Arquitectura Moderna, Música, Cultura e Cinema nos anos 50 e 60; O Movimento Moderno Através do Cinema; Crítica à Cidade Moderna e Visões do Futuro nos anos 60 e 70; Cidade e Arquitectura no Cinema Novo Português.</p>
<p>PROGRAMA<br />
*1ª Semana (11-15 Jul)</p>
<p>11 de Julho (segunda-feira) / 11th July (monday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; Dietrich Neumann (DE)<br />
16h00 &#8211; Alexandre Alves Costa (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Helmut Weihsmann (AT)</p>
<p>12 de Julho (terça-feira) / 12th July (tuesday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; Dietrich Neumann (DE)<br />
16h00 &#8211; Miguel C. Tavares + Pedro Neto (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Helmut Weihsmann (AT)</p>
<p>13 de Julho (quarta-feira) / 13th July (wednesday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; Dietrich Neumann (DE)<br />
16h00 &#8211; Carlos Machado (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Helmut Weihsmann (AT)</p>
<p>14 de Julho (quinta-feira) / 14th July (thursday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; Dietrich Neumann (DE)<br />
16h00 &#8211; Manuel Graça Dias (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00- Helmut Weihsmann (AT)</p>
<p>15 de Julho (sexta-feira) / 15th July (friday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; Dietrich Neumann (DE)<br />
16h00 &#8211; Francisco Ferreira (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00- Helmut Weihsmann (AT)</p>
<p>*2ª Semana (18-22 Jul)</p>
<p>18 de Julho (segunda-feira) / 18th July (monday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; François Penz (FR)<br />
16h00 &#8211; Tiago Baptista (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Richard Koeck (DE)</p>
<p>19 de Julho (terça-feira) / 19th July (tuesday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; François Penz (FR)<br />
16h00 &#8211; Luis Urbano + Ana Resende (PT),<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Richard Koeck (DE)</p>
<p>20 de Julho (quarta-feira) / 20th July (wednesday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; François Penz (FR)<br />
16h00 &#8211; Pedro Baía (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Richard Koeck (DE)</p>
<p>21 de Julho (quinta-feira) / 21th July (thursday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; François Penz (FR)<br />
16h00 &#8211; José Miguel Rodrigues (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Richard Koeck (DE)</p>
<p>22 de Julho (sexta-feira) / 22th July (friday)<br />
____________________________________________</p>
<p>14h30 &#8211; François Penz (FR)<br />
16h00 &#8211; Jorge Figueira (PT)<br />
17h30 &#8211; coffee break<br />
18h00 &#8211; Richard Koeck (DE)</p>
<p>Toda a informação em <a href="http://www.rupturasilenciosa.com/1616733/Curso-de-Ver-o" target="_blank">http://www.rupturasilenciosa.com/1616733/Curso-de-Ver-o</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2632/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2632&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/10/curso-de-verao-revolucoes-arquitectura-e-cinema-nos-anos-60/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;As Ilhas Encantadas&#8221; no Curtas Vila do Conde</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/08/as-ilhas-encantadas-no-curtas-vila-do-conde/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/08/as-ilhas-encantadas-no-curtas-vila-do-conde/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 12:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2630</guid>
		<description><![CDATA[Segunda-feira, 11 de Julho 22:00 – Sala 2 Pierre Clémenti In Focus AS ILHAS ENCANTADAS Carlos Vilardebó · Portugal · 1965 · 81’ Nos anos 60, o actor Pierre Clémenti participou num dos filmes mais secretos onde a protagonista é Amália Rodrigues. Na segunda sessão dedicada ao actor francês, o Curtas exibe “As Ilhas Encantadas”, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2630&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira, 11 de Julho<br />
22:00 – Sala 2<br />
Pierre Clémenti In Focus<br />
AS ILHAS ENCANTADAS<br />
Carlos Vilardebó · Portugal · 1965 · 81’<br />
Nos anos 60, o actor Pierre Clémenti participou num dos filmes mais secretos onde a protagonista é Amália Rodrigues. Na segunda sessão dedicada ao actor francês, o Curtas exibe “As Ilhas Encantadas”, um filme de 1965 do cineasta espanhol Carlos Vilardebó, baseado numa novela de Herman Melville.<br />
Um marinheiro francês chega a uma ilha que julga deserta e nela encontra uma mulher singular, solitária desde a morte do marido e irmão.</p>
<p>Programação completa do Curtas em <a href="http://www.curtas.pt/">http://www.curtas.pt/</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2630/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2630/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2630&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/08/as-ilhas-encantadas-no-curtas-vila-do-conde/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A internacionalização do Novo Cinema Português (1949-1980)</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/04/a-internacionalizacao-do-novo-cinema-portugues-1949-1980/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/04/a-internacionalizacao-do-novo-cinema-portugues-1949-1980/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos Científicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2626</guid>
		<description><![CDATA[Notas da minha apresentação no III Encontro de Jovens Investigadores do CEIS20, 1 e 2 de Julho de 2011, Casa da Cultura de Coimbra. Título da comunicação: A INTERNACIONALIZAÇÃO DO NOVO CINEMA PORTUGUÊS (1949-1980) Nome do autor: PAULO CUNHA E-mail: paulomfcunha@gmail.com Profissão: Investigador/ Bolseiro FCT Instituição ou instituições em que está afiliado: CEIS20 Orientador (es): [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2626&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notas da minha apresentação no III Encontro de Jovens Investigadores do CEIS20, 1 e 2 de Julho de 2011, Casa da Cultura de Coimbra.</p>
<p>Título da comunicação: A INTERNACIONALIZAÇÃO DO NOVO CINEMA PORTUGUÊS (1949-1980)<br />
Nome do autor: PAULO CUNHA<br />
E-mail: paulomfcunha@gmail.com<br />
Profissão: Investigador/ Bolseiro FCT<br />
Instituição ou instituições em que está afiliado: CEIS20<br />
Orientador (es): António Pedro Pita<br />
Instituição de inscrição da tese: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra</p>
<p>Resumo:<br />
O que pretendo nesta breve apresentação é tecer algumas considerações sobre a internacionalização do cinema português entre 1949 e 1980, particularmente de um grupo de jovens cineastas que pugnava por uma renovação estética do cinema feito em Portugal. Procuro identificar projectos, protagonistas, métodos de intercâmbio ou cooperação com parceiros estrangeiros, e reflectir sobre a circulação e apropriação de ideias e estímulos entre a sociedade tradicional portuguesa e a sociedade moderna europeia e a forma como isso contribui para uma mudança de paradigma cultural e estético no cinema português desse período.</p>
<p>Tópicos:<br />
1. Para além de uma renovação técnica e humana, o Novo Cinema Português promoveu também uma mudança de paradigma na criação cinematográfica em Portugal: se durante a direcção do SPN/SNI por António Ferro tentou promover um cinema nacional, com temáticas e a “psicologia” portuguesas, a geração do Novo Cinema promoveu uma ruptura com esse projecto nacional, ainda que não abdicasse de reflectir sobre a situação da sociedade portuguesa no contexto europeu e sobre a situação política interna.</p>
<p>2. As tentativas de internacionalização mais consistentes tentadas antes dos anos 60 não foram promovidas por questões estéticas: a) no caso da produtora Invicta Film (1918-24), a importação de recursos técnicos e humanos visava apenas intuitos comerciais de colagem a um modelo de produção de sucesso na Europa mas adaptando “temas portugueses”; b) o relativo sucesso de alguns dos primeiros filmes sonoros portugueses no Brasil convenceu alguns responsáveis políticos da possibilidade de criação de um mercado cinematográfico lusófono mas, mais uma vez, os filmes exportados baseavam-se essencialmente em clássicos da literatura portuguesa; c) a concretização de 12 filmes em regime de co-produção com produtoras espanholas (1945-51) visava explorar as eventuais potencialidades do mercado latino-americano.<br />
Em suma, estas tentativas não se afastavam muito do “conceito fechado de produção portuguesa” de António Ferro nem da categoria de “filme português” cristalizada na lei de protecção de 1948.</p>
<p>3. Ao reclamar uma ruptura com o passado, afirmando-se como “a primeira geração de cineastas cultos do cinema português” (João César Monteiro), a generalidade dos jovens queria trazer para Portugal as referências estéticas que contactaram nas escolas e cinematecas estrangeiras. Constatado o fracasso comercial das Produções António da Cunha Telles – que procurava um equilíbrio entre qualidade e popularidade –, a acção da censura e a hegemonia do cinema americano no mercado interno – que negavam ao público português o acesso a parte significativa das novas referências cinéfilas internacionais, nomeadamente as novas vagas –, no final da década de 60 assiste-se a uma radicalização do discurso e da prática fílmica que afasta o Novo Cinema ainda mais do público português. Por outro lado, a criação do CPC e a garantia do apoio da Fundação Gulbenkian permitiram uma independência financeira inédita que acentuou esse radicalismo e reorientou a política de promoção internacional do cinema português.</p>
<p>4. Desde finais dos anos 50 – inspirados pelo inesperado e relativo sucesso internacional de Manoel de Oliveira –, os jovens cineastas portugueses começam a apostar na participação em festivais de cinema internacionais, em géneros marginais e específicos como o cinema publicitário, turístico, religioso ou industrial, e reconhecem a esse circuito alguma importância na afirmação e reconhecimento internacionais. Os dados que consultei nos processos de participação em festivais de cinema geridos pelo próprio SNI/SEIT demonstram uma nova estratégia de promoção internacional tentada por jovens produtores, nomeadamente António da Cunha Telles. Dos filmes que integram o corpus do Novo Cinema Português foram diversos os seleccionados ou premiados em diversos certames cinematográficos internacionais: Veneza, Berlim, Cannes, Siena, Locarno, Valladolid, Benaldena, Lecce, Biarritz, Manheim, San Remo, Leipzig, Lille e Sitges.<br />
A esses juntam-se também os significativos dados da Alfândega de Lisboa, os relatórios regulares do CPC, IPC, Grémio dos Espectáculos, e a cobertura da imprensa generalista e especializada. Em conjunto, estes dados demonstram, quantificados por cronologias e geografias, a exportação de cinema português, desde as presenças nos festivais, as vendas para exibições comerciais ou a circulação dos filmes em contextos culturais ou propagandísticos (por exemplo, nas Casas de Portugal).</p>
<p>5. Sem perder as referências sociológicas e culturais da sociedade portuguesa, as propostas fílmicas do Novo Cinema Português reflectem as influências das novas vagas e da cinefilia moderna. A selecção de filmes para importantes certames internacionais e o destaque dados por influentes publicações cinematográficas são bons indicadores da receptividade externa do Novo Cinema Português. Segundo testemunhos dos próprios realizadores, os filmes estariam mais próximos de um público cinéfilo internacional do que do público português porque esses filmes desafiavam o cânone dominante norte-americano e usavam referências cinéfilas e estéticas que o público português desconhecia ou desvalorizava.</p>
<p>6. Em suma, o Novo Cinema Português operou uma mudança de paradigma no cinema português ao propor uma ruptura com os projectos anteriores de um cinema nacional para um público português (ou luso falante) e uma aproximação estética ao cinema moderno das novas vagas europeias e ao seu crescente circuito de divulgação que passava pelos festivais de cinema e pela exibição em contextos culturais. O imperativo da internacionalização deixou de ter motivações meramente comerciais, financeiras, políticas ou ideológicas, passando a ser necessário por razões estéticas e cinéfilas. </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2626/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2626/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2626&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/04/a-internacionalizacao-do-novo-cinema-portugues-1949-1980/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cinema português (1949-80) na Cinemateca – Julho de 2011</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/01/cinema-portugues-1949-80-na-cinemateca-%e2%80%93-julho-de-2011/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/01/cinema-portugues-1949-80-na-cinemateca-%e2%80%93-julho-de-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 12:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2623</guid>
		<description><![CDATA[Seg. [4] 19:30 &#124; sala Luís de Pina MA FEMME CHAMADA BICHO de José Álvaro Morais com Maria Helena Vieira da Silva, Arpad Szenes Portugal, 1976 &#8211; 79 min O primeiro filme de José Álvaro Morais centra-se na figura da pintora Vieira da Silva e do seu marido, Arpad Szenes. Dois “estrangeiros” (ela portuguesa, longe [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2623&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seg. [4] 19:30 | sala Luís de Pina<br />
MA FEMME CHAMADA BICHO<br />
de José Álvaro Morais<br />
com Maria Helena Vieira da Silva, Arpad Szenes<br />
Portugal, 1976 &#8211; 79 min<br />
O primeiro filme de José Álvaro Morais centra-se na figura da pintora Vieira da Silva e do seu marido, Arpad Szenes. Dois “estrangeiros” (ela portuguesa, longe de Portugal, ele húngaro), dois franceses “por adopção” – essa particularidade também fascina o cineasta, para além do olhar sobre as respectivas obras e personalidades. Um belíssimo documentário “intimista”, que continua a ser pouco divulgado e a merecer uma justa reapreciação.</p>
<p>Toda a programação da Cinemateca em http://www.cinemateca.pt/imgs/programacao/doc.pdf</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2623/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2623/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2623&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/07/01/cinema-portugues-1949-80-na-cinemateca-%e2%80%93-julho-de-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>CINCO NOITES COM SKOLIMOWSKI de 25 a 29 de Junho no ESPAÇO NIMAS (Av. 5 de Outubro, 42-B, Lisboa)</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/24/cinco-noites-com-skolimowski-de-25-a-29-de-junho-no-espaco-nimas-av-5-de-outubro-42-b-lisboa/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/24/cinco-noites-com-skolimowski-de-25-a-29-de-junho-no-espaco-nimas-av-5-de-outubro-42-b-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 23:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2620</guid>
		<description><![CDATA[CINCO NOITES COM SKOLIMOWSKI de 25 a 29 de Junho no ESPAÇO NIMAS (Av. 5 de Outubro, 42-B, Lisboa) QUATRO NOITES COM ANNA – 25 E 26 DE JUNHO – 21H (2008, 87 min – 35 mm – legendado em português) Numa pequena cidade polaca, Léon vive uma estranha obsessão. Tendo testemunhado uma brutal violação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2620&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CINCO NOITES COM SKOLIMOWSKI<br />
de 25 a 29 de Junho<br />
no ESPAÇO NIMAS (Av. 5 de Outubro, 42-B, Lisboa) </p>
<p>QUATRO NOITES COM ANNA – 25 E 26 DE JUNHO – 21H<br />
(2008, 87 min – 35 mm – legendado em português)</p>
<p>Numa pequena cidade polaca, Léon vive uma estranha obsessão. Tendo testemunhado uma brutal violação contra Anna, uma jovem enfermeira que trabalha no mesmo hospital que ele, Léon passa o tempo a espiá-la. Segue-a dia e noite. Até que, uma noite, acaba por se esgueirar para dentro de casa de Anna. Observa-a enquanto dorme, deixa-se impregnar pelo seu universo e aos poucos começa a alterar a sua existência. Arranja um relógio, cose um botão, deita fora comida estragada. Mas, até onde irá a sua louca obsessão? &#8220;Quatro Noites com Anna&#8221; marcou o regresso ao cinema de Jerzy Skolimowski, um dos maiores cineastas polacos, que não filmava há quase 20 anos.</p>
<p>OS PRIMEIROS FILMES DE JERZY SKOLIMOWSKI </p>
<p>Todos os filmes iniciais de Skolimowski são sobre “o fim de algo”, tal como Hemingway escreveu &#8211; “o fim de algo, e uma inquietação sobre qualquer começo que esteja para vir”. IDENTIFICATION MARK: NONE conta-nos aquilo que acontece a um estudante no dia em que abandona a sua velha vida para ingressar no serviço militar. WALKOVER cruza-nos com a mesma pessoa num dia crucial da sua vida, uma década mais tarde; ele é agora um boxeur (tal como Skolimowski), com trinta anos e prestes a entrar naquela que poderá ser a sua derradeira luta. HANDS UP! é um filme abertamente político que foi banido pelo Governo. O herói de BARRIER está determinado a deitar fora quinze anos de vida estudantil e um futuro programado para na Medicina para tentar a sua sorte no sector privado.</p>
<p>IDENTIFICATION MARK: NONE – 27 DE JUNHO – 21H<br />
(1964, 71 min – DVD – legendado em inglês)</p>
<p>Um jovem estudante tenta evitar a todo o custo ser recrutado para o exército mas, no último minuto, decide inscrever-se. Tem poucas horas para organizar a sua vida pessoal antes de ingressar no serviço militar: vai a casa, tenta fazer amor com uma mulher, procura a sua esposa na loja onde ela alegadamente trabalha. Enquanto caminha para a estação de comboios, ele tem de se preparar para passar os próximos dois anos no serviço militar…</p>
<p> WALKOVER – 28 DE JUNHO – 21H<br />
 (1965, 77 min – DVD – legendado em inglês)</p>
<p>Um boxeur envelhecido arranja um emprego para conseguir sobreviver mas a atracção pelo ringue continua bem viva. Quando descobre que a fábrica onde trabalha tem uma equipa de boxe, rapidamente se inscreve. A sorte parece sorrir-lhe ao vencer um combate por falta de comparência do adversário. Mas o oponente regressa para exigir metade do prémio…</p>
<p>HANDS UP! – 29 DE JUNHO – 18H30<br />
(1967/1981 76 min – DVD – legendado em inglês)</p>
<p>Skolimowski traça o retrato de um grupo de médicos que se juntam para uma reunião. Entre bebidas, os desencantados médicos discutem o efeito que o comunismo teve na sua profissão, especialmente a marca estalinista. Censurado pelas autoridades polacas, que consideraram ofensiva a mensagem do filme, HANDS UP! foi apenas lançado no país em 1981.</p>
<p>BARRIER – 29 DE JUNHO – 21H<br />
(1966, 77 min – DVD – legendado em inglês)</p>
<p>Uma meditação onírica sobre a vida na Polónia Comunista pós-industrial, que segue um estudante de Medicina em busca de uma mulher inacessível. BARRIER aproxima-se não só de “O Último Ano em Marienbad”, pelo não-linearidade e pelas personagens misteriosas, e de “8 ½ “, pela semelhante imersão da realidade na fantasia, mas também da Nouvelle Vague.</p>
<p>Bilhetes: 3 euros<br />
Medeia Card: Gratuito e com direito a bilhete duplo</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2620/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2620/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2620&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/24/cinco-noites-com-skolimowski-de-25-a-29-de-junho-no-espaco-nimas-av-5-de-outubro-42-b-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Síntese Almada, em Miragaia</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/19/sintese-almada-em-miragaia/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/19/sintese-almada-em-miragaia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 18:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2615</guid>
		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2615&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ncinport.files.wordpress.com/2011/06/email_sa_v2.jpg"><img src="http://ncinport.files.wordpress.com/2011/06/email_sa_v2.jpg?w=500&#038;h=838" alt="" title="Email_SA_v2" width="500" height="838" class="aligncenter size-full wp-image-2616" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2615/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2615/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2615&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/19/sintese-almada-em-miragaia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://ncinport.files.wordpress.com/2011/06/email_sa_v2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Email_SA_v2</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Artur (2011), de Flávio Pires</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/09/artur-2011-de-flavio-pires/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/09/artur-2011-de-flavio-pires/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 14:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2607</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Título original: Artur (2011) Realização: Flávio Pires Elenco: Artur Ramadas, Fábia Edite, Mário Pontes, Rebeca Fernanda, Samuel Sebastião, António-Pedro Vasconcelos, Esperanza Gomez, José Luís Peixoto, Júlio Machado Vaz, Vítor Teixeira e Yrjö Vähämäki Mesmo para quem não conheça a obra do cineasta português Artur Ramadas, os primeiros minutos da curta-metragem sobre a sua vida e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2607&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Título original: Artur (2011)<br />
Realização: Flávio Pires<br />
Elenco: Artur Ramadas, Fábia Edite, Mário Pontes, Rebeca Fernanda, Samuel Sebastião, António-Pedro Vasconcelos, Esperanza Gomez, José Luís Peixoto, Júlio Machado Vaz, Vítor Teixeira e Yrjö Vähämäki</p>
<p>Mesmo para quem não conheça a obra do cineasta português Artur Ramadas, os primeiros minutos da curta-metragem sobre a sua vida e obra são denunciadores de um cinema sensível (em todos os extremos da palavra) e já muito raro em Portugal. Falamos da sua primeira obra Pai (1962), com a mítica cena da praia onde em voz off se repetem as palavras «Lázaro, levanta-te. Pai é Deus. Deus é Pai».</p>
<p>A partir daí somos levados ao universo intenso e peculiar de um cineasta tão desconhecido no nosso país, mas simultaneamente capaz de levantar a absoluta polémica tanto pelo teor da sua obra, como pelas dúvidas que se abatem sobre a sua sanidade. Com testemunhos de quem teve oportunidade de se cruzar com o cineasta, em Artur é dado a conhecer ao espectador a ambiguidade de reacções no que diz respeito à sua personalidade. Se há quem sinta repulsa pelas suas ligações à Igreja Satânica, há também quem compreenda que dentro de todo o seu eventual distúrbio bipolar e personalidade característica, é essa falta de pacificidade que faz dele um criador tão particular. Os testemunhos na primeira pessoa do cineasta António-Pedro Vasconcelos, do escritor José Luís Peixoto, do psiquiatra Júlio Machado Vaz, historiadores e amigos, servem precisamente para confirmar a sua especificidade enquanto pessoa e artista.</p>
<p>O que essencialmente faz de Artur uma curta-metragem memorável – à parte de ser inteiramente produzida por uma jovem, dinâmica e talentosa equipa encabeçada pelos produtores Fernando Ribeiro e Mafalda Castelo-Branco – é o olhar admirável de quem se surpreendeu pela obra do cineasta, mas também de orgulho por serem os primeiros a trazerem à luz do dia raríssimas imagens de arquivo com momentos da vida pessoal de Artur, do seu casamento, no set das filmagens e na pré-produção dos seus filmes. Ou ainda breves cenas de alguns dos seus mais icónicos filmes: momentos raros para ficar a conhecer (ou rever, para quem já conhece) obras como Pai (1962), Costa do Mal (1970), A Voz da Torre (1977), Trevas (1985) ou Viagem em Volta do Pilar Transcendental da Singularidade (1992).</p>
<p>Embora como documentário adopte a estrutura comum de entrevistas, Artur é competente na forma como complementa esses depoimentos com imagens de arquivo, trabalho sensível da equipa de montagem composta por Nuno Almeida e Nuno Castilho. Detalhado, mas não exaustivamente, o filme consegue preencher de forma cativante a curta duração, criando uma interessante visão geral sobre Artur Ramadas e ainda algumas cenas peculiares, como a de um programa dos anos 80 onde o cineasta foi entrevistado ou a forma como foi descoberta a compositora dos seus filmes, Rebeca Fernanda. Destaque também para a composição original de Nuno Cruz que abrilhanta os créditos finais de forma tão intensa como comovente.</p>
<p>Falar mais sobre esta curta-metragem é revelar demasiados detalhes sobre um trabalho que vale por si só. Artur é um filme sensível sobre um homem que sempre viveu à frente de seu tempo, uma visão honesta e sem preconceitos da figura de um homem tão instável como talentoso, uma oportunidade de divulgar o trabalho de um cineasta português tão menosprezado. Resta-nos esperar que tal como diz, a dada altura, António-Pedro Vasconcelos «quem sabe que ele não esteve durante este tempo todo a fazer filmes às escondidas» e sejamos presenteados com uma obra inédita de Artur Ramadas. Artur, de Flávio Pires, fez pelo menos o seu trabalho no que diz respeito ao aumento da expectativa.&#8221;</p>
<p>in http://splitscreen-blog.blogspot.com/2011/05/artur-por-tiago-ramos.html#ixzz1OmzNxUq5</p>
<p><a href="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/uZlSq6zhmZa9cm9HM48O/mov/1">http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/uZlSq6zhmZa9cm9HM48O/mov/1</a></p>
<p>in http://cinema.sapo.pt/magazine/entrevista/quem-e-artur-ramadas</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2607/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2607/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2607&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/09/artur-2011-de-flavio-pires/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>«Censura de filmes no Estado Novo está por estudar», Luís Reis Torgal</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/01/%c2%abcensura-de-filmes-no-estado-novo-esta-por-estudar%c2%bb-luis-reis-torgal/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/01/%c2%abcensura-de-filmes-no-estado-novo-esta-por-estudar%c2%bb-luis-reis-torgal/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 16:27:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2605</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Censura de filmes no Estado Novo está por estudar 31 &#124; 05 &#124; 2011 10.48H A censura de filmes no Estado Novo está por estudar, considera o historiador Luís Reis Torgal, que dedicou um livro à relação entre Salazar e o cinema. Destak/Lusa &#124; destak@destak.pt O livro “O cinema sob o olhar de Salazar”, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2605&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Censura de filmes no Estado Novo está por estudar<br />
31 | 05 | 2011   10.48H</p>
<p>A censura de filmes no Estado Novo está por estudar, considera o historiador Luís Reis Torgal, que dedicou um livro à relação entre Salazar e o cinema.<br />
Destak/Lusa | destak@destak.pt</p>
<p>O livro “O cinema sob o olhar de Salazar”, que vai já na sua terceira edição e que será apresentado hoje pelo autor, às 18:30, na Biblioteca-Museu República e Resistência, em Lisboa, mostra como o ditador “nunca perdeu de vista o cinema, como nunca perdeu de vista qualquer outro tipo de atividade”, explica Luís Reis Torgal.</p>
<p>Em declarações à Lusa, o investigador – que se identifica como “um historiador do Estado Novo que se interessou pelo fenómeno cinematográfico” – refere que, no Estado autoritário criado por Salazar, “tudo estava sob a sua própria vigilância e naturalmente também o cinema lhe interessava”.</p>
<p>Salazar, diz o historiador, “ia ao cinema, mas não era propriamente aquilo a que se pode chamar um cinéfilo”.</p>
<p>Durante a ditadura, “alguns filmes foram proibidos e muitos filmes, ou parte deles, foram censurados”, mas este tema “está muito por estudar, conhece-se pouco”, refere o professor, frisando, porém, que “o cinema é uma coisa muito cara” para que pudesse ter sido um instrumento ao serviço da oposição.</p>
<p>O facto é que, numa altura em que a televisão dava apenas os primeiros passos, “a única imagem que havia era efetivamente o cinema” e mesmo as notícias eram dadas pelo grande ecrã, nomeadamente através do Jornal Português (criado em 1938).</p>
<p>Porém, o cinema que se fez na época não foi todo de propaganda, ao contrário. Embora o cinema não pudesse “ultrapassar determinados limites ideológicos”, a ditadura salazarista – à semelhança dos regimes nazi, na Alemanha, e fascista, em Itália – estava mais interessada em apresentar um cinema para entreter o povo, “para divertir ou para chorar”, descreve o professor catedrático aposentado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.</p>
<p>Enquanto “o documentário era um documentário fundamentalmente de propaganda”, no cinema de ficção “só houve dois” filmes “com um sentido direto de propaganda”: “A Revolução de Maio” (1937) e “O Feitiço do Império” (1940). Mas também das “muitas comédias” produzidas na altura algumas “tinham um sentido ideológico”, como “O Pátio das Cantigas”, exemplifica.</p>
<p>O cinema foi, portanto, um “instrumento indireto” ao serviço da ideologia, considera Luís Reis Torgal. Mesmo na altura do Cinema Novo, “que começa com Paulo Rocha”, nos anos 70, e revela já “uma certa angústia”, o Estado Novo procurou integrá-lo “o melhor possível, porque era apreciado lá fora, sobretudo em França”.</p>
<p>E “mesmo o neorrealismo não se pode dizer que é um cinema que se opõe à lógica do regime”, embora seja “muito mais analítico”, acrescenta o historiador, recordando “Aniki Bóbó” (1942), de Manoel de Oliveira.</p>
<p>Surpreendente é, porém, a tolerância do Estado Novo para com certo cinema estrangeiro, nomeadamente o neorrealismo italiano, que era “um cinema de combate social” e mesmo assim “entrou nas salas de espetáculo portuguesas”, recorda.</p>
<p>Na opinião de Luís Reis Torgal, isso “prova que o Estado Novo teve uma forma inteligente de encarar o fenómeno distributivo do cinema”, tema que, indicou o investigador, já está a ser analisado em tese de doutoramento.&#8221;</p>
<p>In http://www.destak.pt/artigo/96891-censura-de-filmes-no-estado-novo-esta-por-estudar</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2605/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2605/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2605&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/06/01/%c2%abcensura-de-filmes-no-estado-novo-esta-por-estudar%c2%bb-luis-reis-torgal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Morituri te salutant, de João César Monteiro, 1974</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/05/29/morituri-te-salutant-de-joao-cesar-monteiro-1974/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/05/29/morituri-te-salutant-de-joao-cesar-monteiro-1974/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 May 2011 20:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2601</guid>
		<description><![CDATA[Ligação para download em http://www.mediafire.com/?l4v7269v4lgjq4d Cortesia de www.joaocesarmonteiro.net<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2601&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ncinport.files.wordpress.com/2011/05/morituri.jpg"><img src="http://ncinport.files.wordpress.com/2011/05/morituri.jpg?w=200&#038;h=228" alt="" title="morituri" width="200" height="228" class="aligncenter size-full wp-image-2602" /></a></p>
<p>Ligação para download em <a href="http://www.mediafire.com/?l4v7269v4lgjq4d" target="_blank">http://www.mediafire.com/?l4v7269v4lgjq4d</a></p>
<p>Cortesia de <a href="http://www.joaocesarmonteiro.net/?p=1636&amp;lang=pt" target="_blank">www.joaocesarmonteiro.net</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2601/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2601/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2601&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/05/29/morituri-te-salutant-de-joao-cesar-monteiro-1974/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://ncinport.files.wordpress.com/2011/05/morituri.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">morituri</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Cinema português (1949-80) na Cinemateca – Junho de 2011</title>
		<link>http://ncinport.wordpress.com/2011/05/29/cinema-portugues-1949-80-na-cinemateca-%e2%80%93-junho-de-2011/</link>
		<comments>http://ncinport.wordpress.com/2011/05/29/cinema-portugues-1949-80-na-cinemateca-%e2%80%93-junho-de-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 May 2011 20:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomfcunha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exibições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ncinport.wordpress.com/?p=2599</guid>
		<description><![CDATA[ABRIR OS COFRES Prosseguindo o projecto de olhar a colecção documental de curtas-metragens da Cinemateca partindo dela para propostas de reflexão em torno da História do século XX português, o foco de Junho vai para campanhas eleitorais e para a cidade de Lisboa em duas sessões respectivamente apresentadas pelo historiador José Neves e pela professora [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2599&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ABRIR OS COFRES<br />
Prosseguindo o projecto de olhar a colecção documental de curtas-metragens da Cinemateca partindo dela para propostas de reflexão em torno da História do século XX português, o foco de Junho vai para campanhas eleitorais e para a cidade de Lisboa em duas sessões respectivamente apresentadas pelo historiador José Neves e pela professora Margarida Medeiros.</p>
<p>Ter. [7] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
A II CONFERÊNCIA DA UNIÃO NACIONAL<br />
Portugal, 1949 – 9 min<br />
A CAMPANHA ELEITORAL DE 1949<br />
Portugal, 1949 – 19 min<br />
PORTUGAL CONTINUA<br />
Portugal, 1951 – 10 min<br />
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE 8 DE JUNHO DE 1958<br />
Portugal, 1958 – 15 min<br />
UNIÃO NACIONAL<br />
Portugal, 1969 – 1 min<br />
duração total da sessão: 54 minutos<br />
sessão apresentada pelo historiador José Neves<br />
A sessão reúne imagens de algumas das campanhas presidenciais do Estado Novo a que também se candidataram membros dos movimentos oposicionistas: Norton de Matos contra Óscar Carmona (1949), Quintão Meireles contra Craveiro Lopes (1951) e Humberto Delgado contra Américo Tomás (1958). A retórica dos documentários de produção oficial (ou sancionados pelo regime) insiste nos candidatos oficiais. Os candidatos da oposição não são referidos, ou são mostrados apenas de passagem. As imagens filmadas pelo legionário António Veríssimo em 1958 e que mostram o enorme apoio popular a Humberto Delgado têm, por isso, um interesse extraordinário. Fechamos a sessão com um brevíssimo filme de propaganda eleitoral da União Nacional para as primeiras eleições legislativas pós-Salazar.</p>
<p>Ter. [28] 19:30 | Sala Luís de Pina<br />
ALFAMA: A VELHA LISBOA<br />
de João de Almeida e Sá<br />
Portugal, 1930 – 25 min / mudo, com intertítulos em português<br />
GRAÇA<br />
de Agostinho Mendonça<br />
Portugal, 1930 – 14 min / mudo, com intertítulos em português<br />
LISBONNE ET LES RIVES DU TAGE<br />
de Roger Lion<br />
França, 1924 – 12 min / mudo, com intertítulos em francês<br />
LISBOA<br />
de Glen H. Howitt<br />
Inglaterra, 1955 – 17 min / versão portuguesa<br />
duração total da sessão: 68 minutos<br />
sessão apresentada pela professora Margarida Medeiros<br />
No mês das festas de Lisboa, a Cinemateca confronta dois olhares cinematográficos sobre a cidade: o ponto de vista de dois documentaristas portugueses; e o de dois cineastas estrangeiros. Os filmes de João de Almeida e Sá e Agostinho Mendonça concentram-se em dois dos mais antigos bairros lisboetas – Alfama e a Graça; os filmes de Roger Lion e de Glen H. Howitt, com quase três décadas entre si, insistem nos aspectos considerados mais emblemáticos e mais “típicos” de Lisboa.</p>
<p>Toda a programação da Cinemateca em <a href="http://www.cinemateca.pt/imgs/programacao/doc.pdf" target="_blank">http://www.cinemateca.pt/imgs/programacao/doc.pdf</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ncinport.wordpress.com/2599/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ncinport.wordpress.com/2599/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ncinport.wordpress.com&amp;blog=450309&amp;post=2599&amp;subd=ncinport&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ncinport.wordpress.com/2011/05/29/cinema-portugues-1949-80-na-cinemateca-%e2%80%93-junho-de-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">paulomfcunha</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
